segunda-feira, 25 de outubro de 2021

HM na Covilhã - Desenhos

Recebi agora estes desenhos feitos já na escola depois de uma sessão com "Não se deixem enganar!" - um conto planfletário de 2019 no Teatro das Beiras para a turma do primeiro ano orientada pela professora Matilde Martins.

Obrigado professora e alunos! Gostámos muito deste encontro e espero que se possa repetir com outra história magnética. 















quinta-feira, 21 de outubro de 2021

HM no Festival Y - Covilhã

Estivemos no Teatro das Beiras na Covilhã - dias 18 e 19 - para 3 sessões de “Não se deixem enganar!” - um conto panfletário de 2019, no âmbito do Festival Y.

Como sempre, não podíamos ter sido melhor recebidos pela companhia que trabalha e gere este espaço: Rui Sena, Sílvia(s), Bruna, Pedro, Ambar… Muito obrigado a todos!


Foi a primeira vez que apresentámos este conto lisboeta fora do seu contexto e para a maioria das turmas, coincidiu com a primeira saída cultural da sua escola desde 2019. Sentiu-se a alegria deles por este regresso ao contacto presencial. É impressionante pensar que crianças com 6 anos estiveram desde os 4 em casa, sem escola. Pelo que conversámos com algumas professoras, há consequências evidentes deste isolamento e outras que só a pouco e pouco se vão revelando. A principal foi com certeza o excesso de tempo que passaram sozinhos à frente do telemóvel ou do computador.


Para alguns, foi a primeira vez que ouviram falar do que aconteceu no 25 de Abril de 1974. Foi um privilégio termos tido esta oportunidade e contámos a nossa história ainda com mais entusiasmo! 









sexta-feira, 8 de outubro de 2021

"Nungu e a Sra. Hipopótamo" no Teatro da Voz

Apresentámos ontem "Nungu e a Sra. Hipopótamo" de Babette Cole no Teatro da Voz em Lisboa para uma turma do 1ºano da Escola da Voz do Operário. 

É uma história com ilustrações fantásticas (muito "anos 70"!) também da autoria da escritora. Depois da narração musicada, fizemos o atelier habitual que incluiu uma conversa, música e abóboras.

Esta história é o melhor pretexto para falarmos da água e da sua importância, do que é viver com quase nada, da inclusão dos mais velhos, dos direitos dos animais e da nossa relação com a Natureza. Uma das crianças disse: "a água é o nosso Deus".

Obrigado a todos! Aqui ficam algumas fotos e até à próxima.
















sábado, 25 de setembro de 2021

"Enquanto o meu cabelo crescia" no Teatro da Voz - Lisboa

A última vez que apresentámos esta história foi nos arredores de Paris, em Bry-Sur-Marne em Setembro de 2018. 

É uma história especial para nós porque a seguir a "A bomba e o general", foi a primeira vez que a Isabel Gaivão colaborou comigo desde o princípio do processo criativo..

A história foi-nos oferecida pela Isabel Minhós Martins e editada em audio-livro pela editora Planeta Tangerina.

Lembro-me que comecei a trabalhar na música durante as férias e muito inspirado pelas aulas de análise do Pedro Moreira durante o único ano em que fui aluno da Escola Superior de Música de Lisboa...

Outra inspiração importante foram os livros do guitarrista Mick Goodrick sobre "voice leading". 

E é muito bom voltar a pegar numa história antiga e sentir o mesmo gozo em tocá-la e apresentá-la.

Ontem, o nosso público foi uma turma do 2ºano da Escola do Castelo em Lisboa. Dezassete crianças, muitas das quais filhas de imigrantes estrangeiros e ainda a dar os primeiros passos no português, como o Tohid. A narração da Isabel incluí muitos sons fáceis de identificar que tornam mais fácil compreender a narrativa e manter o interesse mesmo para quem não entende todas as palavras. E claro que o companheirismo, a ajuda e atenção natural de todos os colegas e da professora são igualmente muito importantes. 

Foi por isso, e também pelo entusiasmo e curiosidade de todo o grupo, uma sessão muito viva e bem demonstrativa de como o mundo é um lugar tão melhor quando se abraça a pluralidade cultural!

Obrigado a todos!


















 







































sexta-feira, 23 de julho de 2021

VELHⒶS em Coimbra

Toquei ontem no Teatro Académico Gil Vicente/Festival Citemor, em Coimbra e Montemor-o-Velho, como guitarrista na peça "VELHAS", do coreógrafo e bailarino Francisco Camacho, para a qual concebi também a música. 

É sempre muito bom fazer parte deste festival tão antigo e importante para as artes performativas. Um festival que arrisca sempre, que abre caminhos, que não faz concessões, que não pode parar e que deve ser sempre apoiado.

Tivemos bastante público e as pessoas gostaram do que viram e ouviram. Acho que foi uma excelente maneira de abrir o Festival. 

É um grande desafio para mim estar em palco 1h30 só com a minha Gibson SG e efeitos, a sonorizar tantas paisagens e momentos diferentes, no meio de um grupo de intérpretes fantástico: Bernardo Gama, Ana Caetano, Carlota Lagido, Filippo Bandiera, Sílvia Real e Francisco Camacho.






sábado, 17 de julho de 2021

RUSH - Lagoa Jazz Fest 2021

Toquei no passado dia 2 com o quinteto RUSH do contrabaixista Mário Franco na edição 2021 do "Lagoa Jazz Fest" no Algarve.

Não conhecia o evento nem o local que é deslumbrante. O som estava fantástico e, apesar das limitações na lotação do auditório e duração do concerto, foi uma noite inesquecível!

Se quiserem relembrar a música desde grupo do qual que gosto muito de fazer parte, aqui fica o link:





domingo, 27 de junho de 2021

Mário Franco Trio em Barosa

Toquei ontem à noite em Barosa (Leiria) no Festival Jazz Matazz com o Mário Franco (contrabaixo) e o Alexandre Frazão (bateria). A chuva ainda ameaçou o concerto mas afinal não passaram de uma pinguitas refrescantes e à noite o concerto foi um sucesso. 

O local, o Parque das Merendas de Barosa, é assim:






Dom Quixote na Casa Fernando Pessoa

Ontem de manhã, terminámos uma série de 3 apresentações na Casa Fernando Pessoa em Lisboa com a história "O meu primeiro Dom Quixote" de Alice Vieira a partir da obra de Cervantes.

A preparação desta sessão coincidiu com a minha descoberta dos filmes de André Tarkovsky que começou com "Solaris": logo numa das cenas iniciais, a câmera percorre o interior de uma casa e sobre uma mesa, está Dom Quixote aberto numa página com uma das ilustrações mias conhecidas de Gustave Doré! Dom Quixote é incontornável e mesmo que nunca tenhamos lido o livro, a sua influência e importância está em todo o lado. 



Para a casa de Fernando Pessoa, que não fica muito longe da minha, resolvi levar uma mesa de jantar e um banco do séc. XVII para ajudar a enquadrar a narração da Isabel e para que no atelier, as crianças pudessem tocar na madeira e sentar-se num banco da época enquanto espreitavam dentro de um livro de 1695 que também levei.




Tivemos uma fotógrafa a registar a sessão, mas ainda não tenho essas fotos... Fica aqui uma pequena amostra do atelier de ontem, com um grande obrigado a todos os que apareceram e à Casa Fernando Pessoa por mais uma vez nos ter acolhido e proporcionado apresentar o nosso trabalho neste espaço tão especial e caro à cidade de Lisboa. Até à próxima!