sexta-feira, 23 de julho de 2021

VELHⒶS em Coimbra

Toquei ontem no Teatro Académico Gil Vicente/Festival Citemor, em Coimbra e Montemor-o-Velho, como guitarrista na peça "VELHAS", do coreógrafo e bailarino Francisco Camacho, para a qual concebi também a música. 

É sempre muito bom fazer parte deste festival tão antigo e importante para as artes performativas. Um festival que arrisca sempre, que abre caminhos, que não faz concessões, que não pode parar e que deve ser sempre apoiado.

Tivemos bastante público e as pessoas gostaram do que viram e ouviram. Acho que foi uma excelente maneira de abrir o Festival. 

É um grande desafio para mim estar em palco 1h30 só com a minha Gibson SG e efeitos, a sonorizar tantas paisagens e momentos diferentes, no meio de um grupo de intérpretes fantástico: Bernardo Gama, Ana Caetano, Carlota Lagido, Filippo Bandiera, Sílvia Real e Francisco Camacho.






sábado, 17 de julho de 2021

RUSH - Lagoa Jazz Fest 2021

Toquei no passado dia 2 com o quinteto RUSH do contrabaixista Mário Franco na edição 2021 do "Lagoa Jazz Fest" no Algarve.

Não conhecia o evento nem o local que é deslumbrante. O som estava fantástico e, apesar das limitações na lotação do auditório e duração do concerto, foi uma noite inesquecível!

Se quiserem relembrar a música desde grupo do qual que gosto muito de fazer parte, aqui fica o link:





domingo, 27 de junho de 2021

Mário Franco Trio em Barosa

Toquei ontem à noite em Barosa (Leiria) no Festival Jazz Matazz com o Mário Franco (contrabaixo) e o Alexandre Frazão (bateria). A chuva ainda ameaçou o concerto mas afinal não passaram de uma pinguitas refrescantes e à noite o concerto foi um sucesso. 

O local, o Parque das Merendas de Barosa, é assim:






Dom Quixote na Casa Fernando Pessoa

Ontem de manhã, terminámos uma série de 3 apresentações na Casa Fernando Pessoa em Lisboa com a história "O meu primeiro Dom Quixote" de Alice Vieira a partir da obra de Cervantes.

A preparação desta sessão coincidiu com a minha descoberta dos filmes de André Tarkovsky que começou com "Solaris": logo numa das cenas iniciais, a câmera percorre o interior de uma casa e sobre uma mesa, está Dom Quixote aberto numa página com uma das ilustrações mias conhecidas de Gustave Doré! Dom Quixote é incontornável e mesmo que nunca tenhamos lido o livro, a sua influência e importância está em todo o lado. 



Para a casa de Fernando Pessoa, que não fica muito longe da minha, resolvi levar uma mesa de jantar e um banco do séc. XVII para ajudar a enquadrar a narração da Isabel e para que no atelier, as crianças pudessem tocar na madeira e sentar-se num banco da época enquanto espreitavam dentro de um livro de 1695 que também levei.




Tivemos uma fotógrafa a registar a sessão, mas ainda não tenho essas fotos... Fica aqui uma pequena amostra do atelier de ontem, com um grande obrigado a todos os que apareceram e à Casa Fernando Pessoa por mais uma vez nos ter acolhido e proporcionado apresentar o nosso trabalho neste espaço tão especial e caro à cidade de Lisboa. Até à próxima!




























quarta-feira, 23 de junho de 2021

Hm no Teatro da Voz - Escola do Castelo

E voltámos hoje (23/06) ao Teatro da Voz, desta vez para fazer "O meu primeiro Dom Quixote", a adaptação de Alice Vieira do livro de Cervantes.

Tivemos como público uma turma do 2ºano da Escola do Castelo em Lisboa, orientada pela professora Ariana Furtado. Conhecemos muito bem o trabalho excelente desta professora com quem temos a sorte de colaborar várias vezes. A relação de total confiança que tem com a turma, a abertura de espírito e a criatividade que promove em todos os momentos, a atenção permanente a tudo o que está a acontecer, o envolvimento com as crianças, resulta em turmas ávidas de novas experiências e livres de preconceitos de qualquer espécie.

As Histórias Magnéticas procuram o mesmo e por isso foi fácil sintonizarmos todos hoje de manhã. Claro que ajuda partir de um personagem absolutamente genial como Dom Quixote que é intemporal e para todas as idades.  Introduzimos algumas novidades na narração que tem agora uma introdução mais extensa de guitarra e também nas actividades do atelier. Estamos muito contentes com os resultados depois de termos eliminado a presença dos computadores. Usamos apenas imagens impressas, mais objectos e adereços. E tal como imaginávamos, ninguém deu pela troca... fornecemos lupas quando é preciso fazer zoom numa imagem. Dá muito mais trabalho, demora muito mais tempo e é tão bom. Não temos pressa.

Obrigado a todos e a todas! Espero que nos voltemos a encontrar para mais histórias magnéticas. Aqui ficam as fotografias dos vossos trabalhos maravilhosos sobre as ilustrações do Gustave Doré e frames do filme Dom Quixote de Orson Welles às quais acrescentámos balões de banda desenhada para vocês escreverem as falas, desenharem pensamentos ou o que vos apetecesse. Ideias não faltaram e o entusiamo foi grande!